Em uma das belas noites que vivi
No meu quarto sentado em uma de minhas cadeiras
Fazendo minhas orações eu pedi
Que Deus me enviasse o brilho das estrelas
Poeta ingênuo, Poeta Fútil
sentado nesta cadeira
Achas que és, ao menos, útil?
Para não deixa apagar o brilho de uma estrela?
Deus meu, sabes que não tenho nenhuma posse.
Vivo nesta vida sem eira, nem beira.
Mas te prometo que até a morte
Defenderei o brilho de tua estrela
Poeta sábio, Poeta humano
Achas que pode ser tudo à sua maneira?
Devo colocar em teus cuidados
O brilho de uma estrela?
Meu SENHOR, sara essa ferida
Pois sonhei com isso a noite inteira
Podes até levar a minha vida,
Mas me deixa ter o brilho de uma estrela.
Meu caro filho poeta
Por que te sentes abandonado?
Não sabes que o brilho das estrelas
está em cada pessoa que sorri ao teu lado???
José Rafael!
domingo, 22 de junho de 2008
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3 comentários:
Lindo!
muito bom!
MAtos
concordo com a paulinha!
Liiinda léozão! *-*
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